O verde é o novo preto: a busca pela moda sustentável num mercado cada vez mais consciente

Para as empresas que estão alinhadas ou planejam investir em tais práticas sustentáveis, o mundo tem soado bastante promissor.


POR Comunicação Systêxtil, - 22/11/2019

 Tempo de leitura: 2min

A realidade no mercado de consumo está se transformando e a tendência de comprar com propósito e consciência vem se fortalecendo. Os consumidores das novas gerações têm novos hábitos, exigindo mais transparência e ética nos produtos que consomem. Segundo um estudo feito pela empresa americana ThredUP, 77% dos entrevistados preferem comprar de marcas conscientes em termos ambientais.

O que está em jogo é a moda sustentável, que basicamente defende a redução dos poluentes na produção e o mínimo impacto ao meio ambiente. Isso vai de encontro aos consumidores cada vez mais informados e conscientes, que optam por produtos que apoiam e atendam as causas ambientais. Essa nova forma de fazer e consumir moda ganha força num momento em que números denunciam o desperdício na indústria: só no Brasil, a estimativa é de que cerca de 175 mil toneladas de resíduos têxteis são descartados por ano, dos quais apenas 20% são reutilizados ou reciclados.

Aliás, a sustentabilidade nunca foi tão urgente na indústria da moda. A 3ª edição do Brasil Eco Fashion Week (BEFW) – o maior encontro de moda e sustentabilidade da América Latina – abordou a emergência sustentável a partir de soluções inovadoras, com destaque para utilização da seda. Empresas internacionais como Adidas, Armani, Prada e Gap também já se comprometeram com o Fashion Pact, um acordo mundial no qual marcas dos mais diversos perfis se comprometam em agir de forma mais eficiente em prol do meio ambiente.

Para se conectar com essa geração, faz-se importante que empresas têxteis adotem medidas sustentáveis, que tornem seus produtos menos danosos ao meio ambiente. Entre as ações estão contar com maquinários mais eficientes e que poluam menos; economizar em energia; escolher materiais recicláveis; e adotar um modelo de economia circular, reaproveitando tecidos e matérias-primas. Nesse sentido, um sistema de gestão também ajuda a evitar desperdícios e produção excessiva sem necessidade, por meio do controle de estoque e de insumos.

A moda totalmente sustentável ainda não é a norma, mas caminha para ser. Para as empresas que estão alinhadas ou planejam investir em tais práticas, o mundo tem soado bastante promissor. Como disse a revista Forbes: o verde é o novo preto! Vale apostar, não é?


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