Cinco profissões do futuro que ainda não conhecemos

Alfaiate digital? Curador de memórias? Analista de cybercidade? Os centros educacionais já estão preparando os novos profissionais que ocuparão o mercado das indústrias 4, 5, 6.0.


POR Comunicação Systêxtil, - 21/02/2020

⌚ Tempo de leitura: 2min  

Todos os dias há um novo texto discutindo o que esperar do futuro do trabalho na era da revolução tecnológica. Que o trabalho tradicional vai perder espaço, nós sabemos, principalmente aqueles empregos mais manuais que não se encaixam com as atuais necessidades da sociedade da informação.

A batalha entre homem e máquina é a discussão do século. A tecnologia está aceitando nossos empregos ou está apenas facilitando nossa carga de trabalho? Um estudo realizando por analistas da consultoria Delloit, acompanhando essa evolução na Inglaterra e no País de Gales desde 1871, revelou que o surgimento de máquinas foi mais um criador de empregos do que um destruidor, e que os trabalhos difíceis, sem graça e perigosos, também estão desaparecendo. 

É pra assumir o domínio das máquinas que as pessoas já estão se capacitando para as novas ocupações desses empregos cada vez mais incorporados às tecnologias e à inteligência. Os aparatos tecnológicos já fazem parte do cotidiano das pessoas de todas as classes sociais e faixas etárias mas, em pouco tempo, a colisão entre pessoas e tecnologias será inevitável. 

Na educação - um dos principais pilares para o desenvolvimento de uma sociedade -, o ensino já é voltado para dialogar com as novas tecnologias digitais, audiovisuais, seja lá qual forem suas linguagens cibernéticas. É um desafio aos profissionais da educação, que precisam romper com o modelo de educação obsoleto, buscar a inovação e se adequar ao novo. Já os estudantes vão se deparar com grades curriculares contendo desde desenvolvimento de códigos com aplicação aos cenários matemáticos e de ciência até performances Youtuber, robótica e outras aprendizagens que se encaixem nesse cenário. 

No Brasil, algumas escolas, como o SESI, já oferecem um ensino voltado a essas aprendizagens citadas acima. Ainda são poucos os centros educacionais nesse modelo, mas já é um início. Até porque, não há necessidade de tanta pressa: esse panorama que estamos esperando para daqui alguns anos tende a chegar, na maior parte do mundo, 5 vezes mais tarde. 

E a discussão permeia sobre as reais (ou virtuais) ocupações das futuras indústrias 5, 6.0. Alfaiate digital? Curador de memórias? Analista de cybercidade? As cinco profissões do futuro, nós ainda não conhecemos.


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