User Experience (UX): Usabilidade do produto aliada à experiência do usuário

Entenda o que é e como se aplica esse conceito em produtos e serviços.


POR Comunicação Systêxtil, - 31/03/2021

Todos os dias nos deparamos com novas tecnologias e, junto a elas, novos termos tecnológicos. Já explicamos os conceitos de Low Code, JAVA, Cloud e certamente há muitos outros sendo criados a cada instante, inclusive agora. Hoje vamos falar sobre User Experience, ou UX, como é abreviado este conceito.

Não é tão fácil definir User Experience, entretanto, o termo já está bem inserido em nosso dia a dia – e os benefícios, bastante evidentes.

User Experience, na tradução livre, é a experiência do usuário, e resumidamente se refere à interação de um usuário com um produto/serviço que ele consome. Um produto ou serviço pensado no conceito de UX deve levar em consideração todos os pontos que facilitam essa interação e tornam a experiência do usuário ímpar, inesquecível.

Estamos falando desde a sensação que um produto físico pode causar até a experiência de comprar online ou de utilizar um app, por exemplo. O que importa é o uso proporcionar fluidez, ser intuitivo e, claro, eficiente na realização da tarefa.

Se pararmos para pensar, a maioria dos produtos do mercado, sejam eles físicos ou virtuais, são desenvolvidos com o objetivo de facilitar a vida das pessoas. Uma geladeira, mantém os alimentos refrigerados para que eles não estraguem; um chapéu, serve, dentre tantas coisas, para proteger a cabeça; já um aplicativo de banco, facilita o pagamento de contas e outras tarefas financeiras. Assim, a UX funciona como um direcionamento para que os criadores desenvolvam produtos centrados no usuário, com um bom design, atendendo perfeitamente suas necessidades e sendo agradáveis de se usar.

Igual às perguntas que o Jornalismo preza para dar uma notícia, o User Experience considera o “quê”, o “como” e o “porquê” questões fundamentais para desenvolver um produto com aceitação.

O “quê”, em primeiro lugar, determina qual o problema que o produto deverá resolver. Por exemplo: um aplicativo de banco resolve o problema de ter que ir até um banco, aguardar o atendimento, etc. Em segundo lugar, o “como” define as funcionalidades do produto para resolver o problema com eficiência. Utilizando o chapéu como exemplo, é básico acertar o material e dimensões que ele deve ter para cumprir o objetivo principal. E o “porquê”, que deve focar nos diferenciais que farão o usuário escolher aquele produto em detrimento de outros similares. No exemplo da geladeira, a estética, com compartilhamentos, cores e tamanhos customizados ou uma otimização de consumo de energia podem ser levadas em consideração no momento de decisão de compra.

O UX deve sempre se preocupar em criar uma experiência imersiva para o usuário. Mais importante, é preciso focar em fornecer uma ferramenta assertiva para a tarefa da qual ela foi desenhada.

Não adianta causar uma boa impressão e não desempenhar o objetivo principal. Por isso, é sempre importante fazer os questionamentos acima e também pegar feedbacks com quem está utilizando o produto.  

Um produto ou um serviço com excelente User Experience, seja uma geladeira, um aplicativo ou um sistema de computador, se traduz em mais tempo dedicado às tarefas importantes do dia a dia e resultados potencialmente melhores na vida do usuário.


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